domingo, 15 de fevereiro de 2015

AMOR É...



... sentirmos o carinho e os votos de felicidade de quem se cruzou no nosso caminho, de um modo inesperado.
... ter o desejo de manter contacto com essas mesmas pessoas ESPECIAIS.
... SORRIR quando sentimos o amor que existe naquela família e perceber que a falta de um pilar, pode apenas, ajudar a fortalecer as ligações (e sentir que esse pilar existe, mesmo que não fisicamente).

... mesmo à distância, conseguir fazer MAGIA na vida de outra pessoa.



2015 trouxe-nos mais formas de AMAR e de demonstrar AMOR pelos outros. 

Passamos a barreira dos 4 nesta jangada e... cada vez está a saber melhor. 


VIVAM O AMOR INTENSAMENTE!!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Dos sonhos que se tornam realidade #1

Sempre sonhei namorar com alguém capaz de esquecer os horários e rotinas e saborear os momentos como se fossem os últimos que iríamos viver.

Ontem, provaste ser capaz de ignorar as horas e quebrar rotinas... e foi tão bom o almoço tardio e passear contigo de olhos postos no rio. Lado a lado, mão na mão.

Gosto-te G*

Principio jangadista #2

RIR  a dois... Daquelas frases que saem do contexto e que parece resultar de paragens repentinas dos neurónios. 
RIR a dois... dos momentos em que abandonamos o papel de adultos responsáveis e agimos como crianças despreocupadas :)*

Like You*

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Remar contra as teorias do insucesso!

Mil e uma teorias para contrariar a evolução de uma viagem de jangada a dois. Não sei, desconheço e tenho pena de quem sabe. O que sei é que a viagem parece bem mais longa do que é, e que onda após onda quero continuar a descobrir cada vez mais o sonho que me trouxe até ti. O caminho faz-se remando! 

Fazes-me bem!

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

"Papis C. na jangada" - a outra perspetiva*

O dia 18 tinha, finalmente, chegado...

As horas que antecederam o almoço foram vividas em modo "gestão de nervosismo". A viagem de regresso à cidade que nos uniu pautada com o silêncio de quem, ainda, dormia provocava em mim um misto de sentimentos e muita ansiedade.

Chego na hora B(anho) e encontro um ser relaxado e envolto nos afazeres pessoais... Enquanto isso, tentava controlar o medo e vagueava pela casa, na esperança  de encontrar algo que me distraísse. Por outro lado, tu sorrias e fingias não me sentir "perdida" nos pensamentos.

Como alguém que gosta de receber, preparamos a mesa e ultimamos o almoço até que ouvimos um carro parar e minutos depois.... "tim tim" (a campainha toca). Percebo que já não há nada a fazer e opto pelo modo "nature".
Sogra C. - Do outro lado, surge uma senhora delicada e  simples, preocupada com o estado de conservação da sobremesa (aposto que nunca demorou tanto a fazer a sobremesa). E, rapidamente, a conversa surge e flui... e volto a sentir aquela sensação de já ter vivido aquele momento. Senti que nos observava no modo como tão "sintónicamente" nos movíamos entre a sala e a cozinha. E continuou nesse processo no momento de arrumar tudo!
Foi notória a vossa ligação e, sem dúvida, que não a quero perturbar.

Sogro C. - Do seu lado reservado, surge uma resposta aos dois beijos que, ingenuamente, dei no primeiro instante. Voz colocada, gestos seguros, olhar observador... Pessoas que se cruzam no caminho de ambos e que, permitiram, que estabelecêssemos uma conversa. enquanto vos observo, percebo que trazes muito daquilo que o teu pai é e sorrio (por dentro). 
Na sua simplicidade, demonstra mais uma vez a sua amabilidade proferindo: "só comento porque estamos em FAMÍLIA".  Tão terno.

Tu - Descontraído e com um olhar brilhante. Rapidamente, deixas que interaja com eles de forma natural. pões à prova os teus dotes culinários... Apesar de tudo, estiveste IMPECÁVEL.
Gostei do modo como nos ligamos enquanto preparamos tudo até ao momento da sobremesa. És sem dúvida, o retrato de alguém que eu queria ter ao meu lado.


Não sei para onde nos leva esta jangada, mas está a ser muito bom navegar.
Gosto-te*